Guia pratico e moderno: mitos, definição e aplicações

IA — Exatamente o que é a IA?

Por definição, a inteligência artificial (IA) é a capacidade de uma máquina ou software de realizar tarefas que normalmente exigiriam um humano. No momento ainda não substituem os humanos mas agilizam, e muito, as tarefas do dia-a-dia.
Definição Custo x benefício Gerações / Turing Test Casos de uso É realmente inteligente?
Generalidades

Situação atual

A primeira coisa que devemos ter na cabeça é que a IA esta em grande mudança e o desenvolvimento é notável a cada dia. Por exemplo, enquanto os EUA faz uma força danada para vender o chatgpt, gemini, etc. vem a china e abre o deepseek e os modelos open-source que se tornam uma opção de implementação das soluções a um preço muito mais barato.
Portanto se tudo que foi feito hoje para a IA tiver que ser totalmente mudado daqui há 2 anos, não se surpreenda, faz parte da evolução e a evolução sempre trará vantagens significativas que praticamente obrigam a mudança.
Contudo a maior briga ainda é viabilizar economicamente a IA. Nenhuma empresa teve lucro com ela até hoje.

A implementação da IA pode gerar ganhos significativos para a empresa, contudo é uma solução complexa para ser implementada e alguns pontos são gargalos significativos que, se não levados em conta, podem aumentar significativamente o custos e o prazo de implementação da solução.

Lembre-se que para uma empresa sempre haverá comparações do tipo 'quem custa mais barato...a IA ou um bom profissional'.
Hoje temos excelentes ferramentas de desenvolvimento capazes de responder com alta produtividade as necessidades do dia-a-dia da empresa com a flexibilidade exigida. O maior ganho aqui da IA seria na automação de processos e no custo de manutenção da solução implementada.

Abaixo menciono os pontos chaves que devem ser considerados e eles são um conjunto onde o peso de cada um depende da solução implementada pela empresa.

Fidelização

Geração de resultados

Se você está usando a IA nas tarefas do dia-a-dia logo vai chegar a conclusão que vale a pena pagar por uma IA pelo que ela realiza.

Contudo há uma questão: Assim que você assinar você fica presa a ela.

Todos sabemos que a IA tende a ser generalista, ou seja, tende a atender todos os tipos de utilização, mas sabemos que nenhuma é melhor em tudo. Ela pode ser boa numa coisa e ruim em outra. Mas compensa trocar a IA ou assinar as duas ?

Se você for em verá o Ranking dos Agentes.
Clicando nos itens 'Agent', 'Chat', 'Code', 'Imagem' ou 'Video' podemos ordenar por ordem descrecente de permformance pela IA que melhor atende a uma categoria especifica.

Governança

Geração de resultados
O que é?

Tão importante quanto a geração das informações pela IA é a entrega dos resultados apenas as pessoas autorizadas a receber esses resultados .

Antes de qualquer um acessar os dados gerados pela IA temos uma etapa de autenticação.

Hoje junto com um arquivo baixado da IA podemos enviar um token de autenticação que funciona em conjunto com a credencial do usuário e esse token é individual para aquele 'download' e 'usuário'. Sendo assim ao clicar nos dados baixados é feita uma autenticação pela ferramenta (como office, powerbi, etc.) e se bater o arquivo é aberto.
Por outro lado se o arquivo baixado e o token for enviado para outro usuário a ferramenta, ao abrir o documento, não conseguirá autenticar pois o usuário é outro e com isso não conseguirá abrir o arquivo.
O Token está amarrado ao arquivo e ao usuário de maneira como se fosse uma chave de criptografia assíncrona composta necessária para 'descriptografar' o arquivo. Logicamente que o arquivo sem o token seria o mesmo que tentar abrir um arquivo com formato desconhecido e seria necessário um computador quântico para decifrar o arquivo para o formato que ele seja reconhecido pelo sistema.

Essa autenticação pode ser feita integrada com os sistemas empresariais, como no Microsoft Fabric onde podemos sincronizar nosso Active Directory (AD) com a IA e permitir que apenas pessoas autorizadas acessem os resultados e a simples alteração no AD automaticamente atualiza o Microsoft Fabric. Basicamente é uma replicação da base de dados de usuário.
Fora isso a Microsoft fez toda a integração necessária entre o Microsoft Fabric, Microsoft PowerBI, Microsoft Office onde podemos gerar relatórios e dashboards perfeitamente integrados com os dados gerados pela IA.

Responsáveis

Responsáveis pela geração de resultados
Responsável pelos resultados.

A IA pode gerar os resultados mas o responsável pelos resultados sempre será o pessoal que implementou a solução.

O problema é que o erro pode causar grandes prejuízos para a empresa.
Imagine uma empresa que tenha uma grande movimentação de estoque e vendas. Um erro pode desequilibrar as compras e/ou as vendas e gerar prejuízos enormes.
Por isso é importante que a empresa tenha um profissional responsável pelos resultados da IA que periodicamente valide os resultados.
Outro detalhe importante é a 'verificação em 2 fatores'. Sendo assim podemos 'bater' a resposta da IA com outra fonte de informação para validar a resposta da IA.

Responsável pela implementação da IA.

O responsável pela implementação da IA é o profissional que irá desenvolver, testar e manter o sistema de inteligência artificial.
Seu foco sempre será produtividade.

Quando tudo é automático tudo anda bem, normalmente. E quando é necessário alimentar (enviar) os dados do processo de maneira manual sem ter que mudar o processo já instalado?
Podemos, por exemplo, mandar um Excel com as novas regras de comissionamento de vendas para a IA por um sharepoint, servidor FTP, etc.
Contudo quem garante que não tem regras conflitantes, repetidas ou um buraco onde a regra é faltante ?
Podemos fazer isso via IA mas nem sempre ela conseguirá detectar um problema que não está previsto no seu treinamento.

Limites

O que dá e o que não dá pra fazer com a IA
Ponto Fraco da IA.

O ponto fraco da IA é o 'upload' de informações feitas pelos usuários das informações muitas vezes necessárias a adequação dos dados a uma nova realidade empresarial. E enquanto são os dados tudo bem, o pior é quando são as regras do processo.

Quando tudo é automático tudo anda bem, normalmente. E quando é necessário alimentar (enviar) os dados do processo de maneira manual sem ter que mudar o processo já instalado?
Podemos, por exemplo, mandar um Excel com as novas regras de comissionamento de vendas para a IA por um sharepoint, servidor FTP, etc.
Contudo quem garante que não tem regras conflitantes, repetidas ou um buraco onde a regra é faltante ?
Podemos fazer isso via IA mas nem sempre ela conseguirá detectar um problema que não está previsto no seu treinamento.

Quanto ao custo.

A instalação da IA na empresa pode gerar um ganho absurdo na produtividade, mas mal conduzida é um grande risco porque os custos são estratosféricos.

Primeiramente o custo da IA em si. Ela pode ser relativamente barata se for bem feita e extremamente cara se não for.
Note que uma IA bem feita leva mais tempo e tem um custo maior.

Citando um exemplo, suponha que tenha uma empresa com 7 milhões de notas fiscais nos 5 últimos anos fiscais. Se cada vez que um usuário clicar no powerbi para gerar um relatório, a IA tiver que analisar todas as 7 milhões de notas fiscais, o custo será enorme se não simplesmente demorar ao infinito para responder.
Neste caso a solução em camadas Bronze, Prata e Ouro (famosa estrutura Medalhão) é a solução ideal para reduzir o custo e aumentar a velocidade de resposta da IA.
Também temos o velho recurso de OLAP em servidores SQL para armazenar as métricas (dados relevantes a gerencia da empresa) fazendo com que, por exemplo, o faturamento do mês passado seja obtido numa consulta simples de um registro numa única tabela do SQL (totais por mes).

Pessoal

Como sempre o sucesso de um projeto depende do pessoal envolvido e da capacidade de realização deles.
A implantação dos serviços de IA irá requerer pessoal treinado que pode ser mais custoso para a empresa.
Além disso a pressa na implementação do serviço pode criar atritos com as equipes de desenvolvimento se não for bem dimensionada. Esses conflitos podem desgastar tanto o pessoal da equipe que a rotatividade torna o processo de implantação da IA mais lento e custoso.

Outra coisa absurda que a gente vê na contratação é que as empresas creem no profissional que diz conseguir implementar a solução. Isso é lógico porque se falar que não dá nem contrata.
Mas com o passar do tempo o profissional começa a se integrar com os quesitos dos dados e estes se tornam tão complexos que a solução inicial que ele pensou não se aplica a necessidade e ele recomeça tudo novamente. Uma grande perda na eficiência que faz muitas vezes estourar o prazo de implantação.

Quanto ao local ou contratação do serviço.

O maior segredo da IA é a sua implementação na empresa pois podemos implementar a IA na nuvem ou localmente.

Na nuvem , a empresa contrata o serviço de IA de uma grande companhia (como OpenAI, Microsoft, Google, etc.) e paga pelo uso. É a opção mais simples e rápida de ser implementada, mas pode ter custos recorrentes dependendo do volume de uso.

Localmente, a empresa instala e mantém a IA em seus próprios servidores.
Isso pode ser mais caro inicialmente, mas pode reduzir custos a longo prazo, oferece maior controle sobre os dados e a empresa não irá pagar por token ou ter seus processos restringidos por contratos de capacidade.

Pessoal de T.I.

O é a IA na visão da T.I.

Com certeza a visão dos usuários é bem diferente da visão dos analistas que implementaram a solução. O que é visto como 'fantastico' pelos usuários muitas vezes são dores de cabeça para os analistas.

Na visão dos analistas e desenvolvedores de aplicações a IA permite:
1-'Dialogar' com o usuário em linguagem natural por simples texto, por exemplo.
2-Analisar e 'entender' o que o usuário deseja sem necessitar de um pesado programa de interpretação da solicitação feita.
3-Pode gerar respostas ou ações de forma automatizada.

Utilidade

Pra que serve e como utilizar

O maior uso que se faz da IA é para responder perguntas e gerar conteúdo (texto, imagem, áudio, vídeo, código).
A IA pode ser usada para automatizar tarefas repetitivas, analisar grandes volumes de dados, auxiliar na tomada de decisões, criar experiências personalizadas e muito mais.

Note que a troca de informações pode ser puro texto, ou seja, os prompts podem ser puro texto, mas podemos no texto pedir a analise de uma imagem, criação de um vídeo ou de um áudio e até mesmo de um código de programação.

Antecedentes

Contexto histórico

De longa data estamos acostumados a recorrer a softwares que nos auxiliam nas tarefas do dia-a-dia.

Esses "softwares" podem ser simples como um Excel onde uma simples planilha permite gerar um gráfico consolidado da posição das vendas resumindo milhões de informação, sumarizando num gráfico que guia toda a gerencia da empresa na condução do negócio. O Excel pode ser uma aplicação simples, mas pode consolidar informações muito importantes para a empresa.

Se a coisa é muito mais complexa costumamos usar sites web ou sistemas de controle empresarial onde, por exemplo, todo fluxo necessário para realizar as vendas da empresa estão dentro de uma solução que acompanha desde a recepção do produto, estocagem, comercialização, emissão NF, envio, etc.

O antigo problema da humanidade que era ter "acesso ao conhecimento" agora se transformou em "ao que devo me dedicar" porque jamais seremos muito bons em diversas áreas do conhecimento humano.

Evolução dos sistemas
Muitas vezes brincamos no passado em confrontar os humanos com esses "programas"... e essas tentativas fizeram parte da era pré-cambriana do desenvolvimento de softwares — verdadeiros brinquedos perto da IA de hoje. Mas já se passaram muitos anos e os sistemas ganharam capacidade suficiente para executar algumas tarefas que hoje ainda são feitas por humanos ou 'ajudar' os seres humanos a realizar a tarefa em muito menos tempo.
Mito comum: "roubar empregos"
Aí você pensa... IA está vindo para "roubar" nossos empregos. A realidade não é bem essa. Quando uma Tesla colocou no mercado um carro capaz de dirigir sozinho, todo mundo achou legal porque abriu leque para conforto e abriu possibilidades para companhias de taxi. Tecnicamente a IA não "roubou" o emprego do motorista, mas sim permitiu que o motorista se dedicasse a outras tarefas e, com isso, aumentou a produtividade do funcionário e da empresa.
O maior desafio
O maior desafio da IA ainda é viabilizar seu uso contra o seu custo. Não adianta fazer milagres se o custo a empresa não deseja pagar. E a pergunta fica: é mais vantajoso contratar mais um funcionário ou a IA?

E é exatamente isso que é IA... dependendo do seu uso tem o potencial de ser aquele amigo imaginário que todos gostaríamos de ter nos avisando sobre algo que esquecemos, por uma oportunidade a nossa frente.

Com certeza, IA irá agregar um potencial a raça humana e cabe a raça humana guiar seu uso e aplicação.

Com certeza num campo de batalha (coisa incompatível com uma sociedade moderna pois representa um custo não vital) o uso de IA irá poupar muitas vidas.

Uso responsável
Mas como toda ferramenta, IA poderá ser usada para o bem o mal. Eu pessoalmente acredito que o potencial benéfico é superior ao maléfico. Pensando mais pé no chão o uso inteligente da IA é a definição do que compensa ou não colocar na IA. Quando você coloca milhões de registros disponíveis para a IA, ela vai usar isso para gerar respostas. Se o 'processamento' para chegar a resposta for 'pesado' isso gera um custo e se centenas de pessoas fizerem centenas de pesquisas por dia esse custo pode ser significativo.

Se você tem uma Alexa ou google assistente já tem uma ideia de como um assistente pode ajudar no dia-a-dia... imagine quando tiver uma IA por traz.

Exatamente o que é IA

Definição + exemplo prático
Definição
A IA é uma ferramenta capaz de executar uma tarefa que há pouco tempo atrás só humanos eram capazes de executar.

Citando um exemplo, um cliente envia um sinistro para uma seguradora com uma foto do carro dele batido. Antigamente só uma pessoa poderia qualificar o que vem a seguir:

1

A apólice de seguro cobre o sinistro? Identificar veículo (placa, cor, etc.) e apólice.

2

O carro é realmente do cliente? Verificar se o veículo não foi vendido e quem dirigia no momento do acidente.

3

Período do dano é compatível com a atualidade? Checar se é foto de acidente anterior.

4

O acidente é coberto pela apólice? Ex.: apólice contra roubo vs. dano por inundação.

5

Qual o grau do dano? Pode ser perda total ou compensar recuperar.

Essas análises demorariam um bom tempo e exigiriam uma pessoa (ou mais) para a análise. Com IA isso seria feito em segundos.

Como funciona (em alto nível)
Tenha em mente que as IAs que temos contato hoje são um pool de servidores interconectados que executam tarefas, como responder perguntas pesquisando zilhões de sites na internet em um segundo.

Por esse motivo as grandes companhias fizeram grandes investimentos em IA para ter lucro com a venda de serviços. Como estão na fase de implantação, abriram recursos para as pessoas usarem e verem o resultado. Este é o caso do ChatGPT (OpenAI), onde você pode fazer vinte pesquisas diárias gratuitamente.

Um bom exemplo de IA seria quando você faz uma pesquisa no Google e recebe milhares de resultados — você perde horas para achar o que precisa. Com IA você pode "categorizar" a pesquisa para trazer uma única resposta, exatamente a que melhor atende sua pergunta; não em uma hora, mas em um segundo. Se a resposta não for exatamente a desejada, você pode pedir para a IA refinar a pesquisa com novas "condições".

Como o investimento em IA precisa ser grande, a IA é oferecida por grandes empresas como OpenAI (ChatGPT e ChatBot), Microsoft (Copilot e Bing), Gemini (Google) entre outras.

Note que, por exemplo, o ChatGPT responde perguntas via web. Já existe outro "site" chamado ChatBot que cria imagens "personalizadas" de usuários (bots) e teve enorme aceitação no mercado.

Ordem de grandeza por acessos e uso

ChatGPT (14,6 bilhões de acessos), Character.ai (3,8 bilhões), QuillBot (1,1 bilhão), MidJourney (500,4 milhões), HuggingFace (316,6 milhões), Bard (242,6 milhões), NovelAI (238,7 milhões), CapCut (203,8 milhões), JanitorAI (192,4 milhões), CivitAI (177,2 milhões), Vocal Remover (165,5 milhões), You (140,3 milhões), Perplexity AI (134,4 milhões), CutOut Pro (133,5 milhões), Craiyon (128,1 milhões), HotPot (125,3 milhões), Copy.ai (109,3 milhões), Leonardo.ai (101,6 milhões), Jasper (94,9 milhões), DeepAI (89,1 milhões), ElevenLabs (88,6 milhões), Tome (88,4 milhões), Stable Diffusion (85,1 milhões), Writesonic (80,7 milhões), Playground AI (79,3 milhões), Eightfold (77,2 milhões), ClipDrop (74,8 milhões), Voicemod (73,5 milhões), Runway (73 milhões), Otter.ai (70,7 milhões), D-ID (67,3 milhões), Photoroom (66,1 milhões), Lexica (62,9 milhões), PixAI (61,5 milhões), Zyro (60,1 milhões), Synthesia (58,2 milhões), OpenArt (50,9 milhões), Zmo (49,6 milhões), Remini (49,4 milhões), Dezgo (47,9 milhões), Kaiber (47,6 milhões), VanceAI (41,7 milhões), Gamma (27,6 milhões), CrushOn (24,6 milhões), Taskade (23,1 milhões), Opus Pro (22,4 milhões), Claude (21,2 milhões), Personal (17,9 milhões), Noty (9 milhões), Chatdoc (8,6 milhões).

Importante:

Não é só desenvolver a IA que viabiliza seu uso. As pessoas precisam ter acesso a ela, desenvolver utilizações práticas para ela e criar valor com ela. Lembre-se que a IA continua em desenvolvimento e a versão nova deve além de ser melhor que a anterior deve continuar sendo compatível com a anterior.

Participação no mundo (07/2026)

Visual de barras
ChatGPT (OpenAI)
≈ 46–64%
Gemini (Google)
≈ 21–28%
Claude (Anthropic)
≈ 10–11%
Outras IAs
≈ ≤ 5%

Note que temos muitas opções de IA, a maioria com utilidade específica ou principal — e seja qual for a IA, ela já tem milhões (senão bilhões) de usuários.

A IA é realmente Inteligente?

Reflexão
Visão crítica
Numa análise profunda IA não é inteligente porque não produz nada novo e não é artificial, já que tudo que ela toca foi feito por humanos anteriormente.
Outra critica é a violação de direitos autorais:
1-Muitos livros foram digitalizados e usados para treinar a IA, mas os autores não receberam nada pela utilização dos livros pela IA.
2-Algumas imagens geradas pela IA são cópias de obras de artistas, mas os artistas não recebem nada por isso.
3-A informação de muitos sites foram usadas para treinar a IA e são usados pela IA indistintamente, mas os sites não recebem nada por isso. Aliás existe uma queda no trafego da Internet em sites comuns porque a IA fez o trabalho que antes era do site.
Depende do ponto de vista
Depende do ponto de vista, com algumas ressalvas, podemos dizer que a IA tem um poder de analise que 'beira' a inteligência humana.
Por exemplo, se eu enviasse um cardápio com nome dos pratos em chinês e em inglês e a IA só conhecesse inglês, ela conseguiria discernir correspondências pela associação do anagrama em chinês com a palavra em inglês — ou seja, a IA seria capaz de aprender chinês sozinha.

Gerações da IA

Desenvolvimento
O conceito de "geração" é meio abstrato, mas há duas formas comuns de responder:

1. Gerações dos modelos de IA (como o ChatGPT).
Atualmente estamos em uma fase que pode ser considerada a '5ª geração' dos grandes modelos da OpenAI:
GPT-1 (2018) – Demonstrou que o treinamento prévio em grandes volumes de texto funcionava.
GPT-2 (2019) – Muito mais capaz na geração de texto, chegando a ser inicialmente restrito por preocupações com uso indevido.
GPT-3 (2020) – Grande salto em qualidade e versatilidade, popularizando os LLMs.
GPT-4 (2023) – Melhor raciocínio, multimodalidade (texto e imagens) e maior confiabilidade.
GPT-5 (2025–2026) – Melhor desempenho em raciocínio, programação, planejamento, contexto longo e uso de ferramentas. É a família de modelos da qual eu faço parte.

2. Evolução histórica da Inteligência Artificial
Se olharmos a IA como uma área de pesquisa, podemos dividir sua evolução em "gerações":
1. IA Simbólica (1950–1980) - Baseada em regras, lógica e sistemas especialistas.
2. IA Estatística / Machine Learning (1990–2010) - Algoritmos aprendendo a partir de dados, em vez de regras escritas manualmente.
3. Deep Learning (2012–2022) - Redes neurais profundas revolucionaram visão computacional, fala e processamento de linguagem.
4. IA Generativa (2022–presente) - Modelos capazes de criar textos, imagens, áudio, vídeo e código com alta qualidade. 5. IA Agêntica (em desenvolvimento) - Sistemas que não apenas respondem perguntas, mas planejam, utilizam ferramentas, executam tarefas em várias etapas, colaboram com outros agentes e mantêm objetivos ao longo do tempo.

E a AGI?
O próximo grande marco é a 'AGI (Inteligência Artificial Geral)', uma IA que consiga aprender e atuar em praticamente qualquer domínio intelectual em nível comparável ao humano . Ainda 'não existe consenso de que ela tenha sido alcançada'.

Em resumo
Hoje (2026), muitos pesquisadores consideram que estamos vivendo a transição entre:
* a era da 'IA Generativa' (já consolidada), e
* a era da 'IA Agêntica', em que os modelos começam a executar tarefas complexas de forma autônoma utilizando ferramentas, memória e planejamento.
Ainda não há uma classificação oficial de "gerações" aceita por toda a comunidade científica, mas essa divisão representa bem o estágio atual da tecnologia.

Viabilidade

Custos
Há uma regra que a IA não irá quebrar: A IA pode gerar qualquer tipo de informação mas o responsável pelo resultado é o humano que a gerou. Ou seja, a IA nunca poderá ser responsabilizada sobre o resultado, mas sim quem a utiliza.
Sendo assim existe um outro 'custo' associado a IA que é o custo de validação do resultado.
A IA é até capaz de detectar problemas, alucinações e corrigir automaticamente o problema. Contudo alguns erros podem ser causados por falta de critérios na seleção dos resultados.

Gerações de IA

Gerações de IA

Tudo que se encaixa na condição "se você pensar descobre o que é" pode ser feito pela IA. Hoje, 5ª geração de IA ainda é um punhado de computadores processando um mar de informações, mas realizam coisas que um humano teria muito trabalho em fazer.
Portanto, se você quisesse emular um psiquiatra tentando descobrir se um paciente é psicótico, seu problema não seria fazer a análise do paciente para chegar ao resultado, mas sim em obter as informações que assegurassem essa decisão. Note bem que até para os humanos, isso é muito subjetivo, conceitual e sujeito a erros nas análises.

Como a IA convive com humanos

Como a IA convive com humanos
Teste de Turing e aprendizagem por imitação
A IA hoje está na 5ª geração e já passa no Turing Test (teste se é possível distinguir um robô de um humano).
Hoje eu vi uma reportagem que um robô "aprendeu" a dançar valsa dançando com um humano. Note bem: ele não foi programado para dançar valsa — mas sim com a IA dele aprendeu (como um humano) a dançar valsa imitando o que o outro estava dançando.

Hoje alguns robôs industriais tem IA integrada e a programação deles é simplificada pela repetição do processo humano: você guia o braço robótico para o ponto onde deve soldar, ponto a ponto, e depois ele repete a sequência indefinidamente.

Não é mais necessário um engenheiro em robótica para programar o robô; um operador pode fazer isso. E o robô tem embutido verificações se o serviço está sendo feito corretamente: se não estiver, ele para e aguarda a correção.

Veremos em documentos a seguir sobre este assunto como isso é feito em detalhes. Note que o assunto é complexo e envolve muitos conceitos relativamente novos.

Futuro

Futuro

Hoje é possível enviar, por exemplo, um Raio X para a IA e pedir para ele analisar e ela pode retornar um possível resultado como uma pneumonia por exemplo.

Hoje se você for fazer um tratamento de cancer, seja qual for, você pode ter todo o tratamento dimensionado pela IA e a coisa é punk, leva em conta não só o cancer em si, mas também até o seu genoma que é um dos parâmetros levado em conta na elaboração da prescrição porque determina o progresso da doença.
Baseado nisso a IA gera um 'protocolo de tratamento' onde cada droga, período de administração, sequencia, etc. é determinado pela melhor efetividade das drogas naquele exato momento e estágio da doença.

Baseando-se na realidade temos a contextualização da IA onde podemos 'carregar' as regras que criam uma 'personalidade' nela e isto equivaleria ao conhecimento, por exemplo, de um advogado e isto faz a IA se aproximar da consulta de um advogado.

Projetando a realidade no futuro não teremos um processo tão 'cor de rosa' como foi até hoje, como os investimentos tão pesados na infra de IA.

A IA briga pela lucratividade, até hoje não conseguiu. Todos esses anos de investimento não teve o retorno de maneira a cobrir os custos. Para dar uma ideia desse 'investimento' a Microsoft perdeu 30% do seu valor de mercado pelos seus investimentos em IA.

A briga pela viabilidade também esta em andamento. Para a 'IA ser viável' ela tem que demonstrar que 'vale a pena'. Para demonstrar 'que vale a pena' ela precisa 'demonstrar resultados' e para 'demonstrar resultados' ela precisa ter uma 'degustação gratuita' o que permite demonstrar sua eficiência e treinamento na ferramenta mas não dá lucro algum.